cocaJá parou para pensar em quantas garrafinhas de bebidas você compra, esvazia e descarta no seu dia a dia? Em um país como o Brasil, que não coleta nem metade do lixo que produz, embalagens aparentemente inofensivas vão parar onde não devem: em lixões a céu aberto, descartadas em algum canteiro na rua, nas praias, rios e lagos do país, gerando uma carga indigesta para o meio ambiente.

Se nós, enquanto consumidores e cidadãos, podemos e devemos rever nossos hábitos, imagina então o potencial que as empresas do setor de bebidas pode ter para reverter esse ciclo nocivo. Atenta ao seu (imenso) papel nesse mercado, a Coca-Cola anunciou hoje um compromisso global para reduzir o impacto de suas embalagens no meio ambiente e tornar suas operações mais sustentáveis.

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https://abrilexame.files.wordpress.com/2016/09/size_960_16_9_lixao-estrutural1.jpg?quality=70&strip=infoApós mais de dez anos de contenda e planejamento, o Brasil vai finalmente encerrar as atividades do lixão da Estrutural, em Brasília, o maior em atividade na América Latina e o segundo maior do mundo, atrás apenas do de Jacarta, na Indonésia.

Diariamente, mais de três mil toneladas de resíduos do Distrito Federal tinham como destinação final o lixão, a pior forma possível de descarte. Seis décadas desde que começou a ser usado, Estrutural acumula atualmente 40 milhões de toneladas de detritos. É tanta sujeira emaranhada num mesmo espaço que o ponto mais alto da montanha de entulho chega a 60 metros de altura.

No começo de 2017, Brasília inaugurou o aterro sanitário de Samambaia, projetado para comportar 8,13 milhões de toneladas de rejeitos, com uma vida útil de 13 anos. Para garantir que só vá rejeito para o aterro — ou seja, resíduo sem possibilidade de reutilização — o governo do distrito federal  planejou a abertura de cinco centros de triagem de material.

Esses centros são essenciais para a separação de recicláveis e, mais ainda, para a reinserção no mercado de quase 2 mil catadores que tiravam do lixão da Estrutural o seu sustento.

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Com que frequência você lava suas calças jeans? Quando viaja de avião, são viagens longas? Prefere comprar tomates embalados, avulsos ou em conserva? Quantas vezes por semana você come carne?

As perguntas soam, a princípio, muito específicas. Mas são essenciais para entender o rastro que seus hábitos de consumo e escolhas individuais deixam no planeta.

Foi em uma conversa com o marido, no sofá de casa, que a designer industrial e escritora holandesa Babette Porcelijn percebeu que, apesar de ser especialista na cadeia produtiva de produtos industrializados, não entendia exatamente qual era o impacto do seu estilo de vida no planeta. "Ele me contou que os 16 maiores navios porta-contêineres do mundo juntos emitem a mesma quantidade de enxofre que todos os carros que circulam no mundo! E que perdemos cerca de 27 milhões de árvores por dia por causa do desmatamento", disse.

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https://abrilexame.files.wordpress.com/2018/01/lixao-india.jpg?quality=70&strip=info&w=1000&h=666&crop=1Nova Délhi – São 6:30 na cidade de Mysuru, na Índia, e as ruas se enchem com o som de apitos, enquanto trabalhadores com aventais verde-oliva e luvas de borracha começam uma busca porta a porta. Eles vão coletar um dos maiores recursos inexplorados da Índia: o lixo.

A população de cerca de 1 milhão de habitantes da cidade, que fica na região sul e também é conhecida como Mysore, está na vanguarda de uma campanha do primeiro-ministro Narendra Modi para limpar o país e reciclar o lixo para compostagem e fornecimento de eletricidade. A tarefa é gigantesca, mas a abordagem em Mysuru – que combina a disponibilidade de mão de obra barata com métodos tradicionais e usinas modernas — mostra como o país poderia mudar sua imagem de depósito de lixo.

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https://ac24h-acrehost.netdna-ssl.com/wp-content/uploads/2017/05/luz_01.jpgA Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou nesta terça-feira (24) um aumento de 42,8% para o valor do patamar 2 da bandeira tarifária vermelha. Com o reajuste, a taxa extra cobrada nas contas de luz quando essa bandeira é acionada passará de R$ 3,50 para R$ 5,00 a cada 100 kWh consumidos.

Segundo a decisão da Aneel, o novo valor passará a valer já a partir de novembro. Entretanto, se trata de uma proposta que passará por audiência pública e poderá ser alterada em uma votação posterior à audiência.

De acordo com o diretor da Aneel Tiago Correia, a aplicação imediata do novo valor vai evitar um déficit ainda maior na conta que arrecada os recursos das bandeiras tarifárias, que já registra prejuízo.

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